Mendrisio na Suiça foi o palco do "Convegno Internazionale FANBPO sulla Beccaccia" organizada pela ASB - Association Suisse des Bécassiers. Durante dois dias debateu-se entre outras coisas o estado actual da galinhola, desafios e preocupações para enfrentar no presente e no futuro.Â
Nesta conferência internacional superiormente organizada pela associação suiça de caçadores de galinholas, a qual felicitamos no nome do seu presidente Enrico Capra, estiveram presentes representantes dos diferentes clubes que integram a FANBPO (Federação das Associações de Caçadores de Galinholas do Paleártico Ocidental): Espanha, França, Itália, Irlanda, Suiça, Portugal assim como Hungria e Malta malta como membros observadores.
Da asssembleia geral da FANBPO, presidida pelo italiano Paolo Pennacchini, saiu mais uma vez o firme compromisso de tudo se fazer para que a gestão da caça à galinhola a nivel do Paleártico Ocidental seja conjunta entre paÃses e a firme convicção que sendo a galinhola (Scolopax rusticoala) uma espécie migradora que percorre milhares de quilometros e atravessa muitos de paÃses, desde o ponto de cria até ao local de invernada, deverá ser establecido um limite de abate (quer seja diário ou por época) em todos os paÃse onde é caçada. De referir que a Comissão Cientifica da FANBPO informou que está a finalizar o Relatório Anual da FANBPO sobre a Galinhola (FAROW) referente à época 2024/2025 e que contará com os dados e informação de milhares de horas de caça de caçadores das associaçõe smmbros da FANBPO.
Já na Conferência Internacional sobre a Galinhola, a abertura e as boas vindas estiveram a cargo das entidades locais e de Enrico Capra (presidente da ASB). Após as quais o presidente da FANBPO agradeceu todo o trabalho feito pela organização do evento assim como pela caça na Suiça ao longo dos ultimos anos. As apresentações estiveram a cargo do biolgo portugês David Gonçalves (biólogo e responsável das Comissões CientÃficas da ANCG e da FANBPO), Kevin Le Rest (biólogo do Office Français de la Biodiversité), Marco Tuti (biólogo e responsável pela Comissão Cientifica do FIBEC, Itália) e Yvon Crettenand (biólogo da UCP Vallese). à de referir a grande adesão por parte dos caçadores suiços e o interesse demonstrado em saber um pouco mais sobre o que se tem feito a nivel de estudos na europa sobre a espécia. Uma das ideias transversais a todas as apresentações foi a extrema importância da recolha de dados sobre as jornadas de caça à galinhola por parte dos caçadores assim como o trabalho em estreita colaboração das associações/clubes com a ciência.Â